quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Kimono Vermelho na Bienal do Livro SP 2016 - Dia 1

Depois de duas edições com logos e entradas bem parecidos, este ano a Bienal mudou!
O Brasil pode até estar passando por momentos sombrios em sua finada democracia, mas que a blogueira aqui foi a mais sortuda dessa semana, isso até o meu anjo da guarda não pode negar.

Seja bem vindo ao relato do meu primeiro dia na 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, um evento realmente "das maravilhas". 

Para se divertir com a saga de desventuras do blog Kimono Vermelho, confira abaixo o melhor das últimas duas edições:

22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2012: Parte 1, Parte 2 e Parte 3.
23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2014: Dia 1, Dia 2 e Dia 3.

  Tranquilo, favorável e incrível!
Quem quisesse uma imagem bacana para mostrar nas redes sociais, tinha essas opções.
Sim, o Kimono Vermelho é uma filial do Google Maps, borrando a cara das pessoas desde 2014.
Segunda feira, 29 de agosto de 2016, um calor de 36ºC no relógio de rua e lá fui eu e a Assistente do Blog Para Eventos, a adorável ABPE, curtir o evento em dia de semana.

Para o meu espanto, este ano o Anhembi estava bem cheio para o horário, duas, quase três da tarde de um SEGUNDA FEIRA. Ainda que a maioria ali fosse de visitantes escolares, a impressão foi que 2014 estava um pouco mais trafegável.

Meus horários durante esta semana foram pautados em cima das palestras que pesquisei no site do evento de forma um pouco corrida semana passada.

A verdade é que 2016 começou ainda arrastado por todos os problemas pessoais de 2015 e aos poucos foi se mostrando um ano digno de algum apreço (ainda em termos pessoais).

Por mais que meu otimismo fosse do que brilha até no oceano abissal, eu não acreditava muito que conseguiria acompanhar a Bienal ou tirar fotos nela. Meu celular morreu há praticamente dois anos e eu não tive como providenciar outro antes do evento.
Uma das coisas que mais me impressionou foram os ambientes bem montados das palestras.
Infelizmente não foi desta vez que assisti algo no "Cozinhando Com Palavras". Quem sabe da próxima?
Para os curiosos, uma televisão mostrava o que estava acontecendo lá dentro.
Tudo entre janeiro e julho se encaminhava para uma situação drástica, porém, o mês do desgosto chegou e fez um milagre.

Pela primeira vez em três anos falando de Bienal do Livro por aqui, deu tudo certo no dia do evento. Cheguei no horário, não tinha fila para comprar os ingressos, consegui acompanhar as palestras, nenhum problema grotesco de ordem "BANHEIRO, CADÊ VOCÊ?", entre outros empecilhos.

Uma das coisas mais divertidas foi a minha ansiedade. Ela não atacou de forma agressiva como é de seu costume, outro milagre providenciado pelo universo e Deos Matoba que me amam.

Agora que já tiveram que lidar com a vida da blogueira em ano de Bienal, vamos falar dela em si? VAMOS, VAMOS MUUUUUITO!

Organizado sim, mas faltando detalhes

Alguns corredores ficaram assim, enquanto outros estavam entupidos de estudantes.
O Brasil, apesar dos pesares, ainda mostra entusiasmo com a leitura e as escolas buscam incentivar essa atividade levando seus alunos para este "evento das maravilhas".
Dia 1º de setembro, por acaso o dia que este post está indo ao ar, a Youtuber Kéfera estará nesse espaço. Imagina o que não vai acontecer nessa Bienal do Livro, né?
Quem participou da 23ª edição sabe o que é dor. O evento estava tão desorganizado que não dava para saber de quem você tinha mais pena: dos que trabalhavam naquela bagunça, dos visitantes que só queriam um pouco de respeito ou dos expositores e suas máquinas de cartão sem Wi-Fi.

Este ano eu não posso me queixar.
Editora Vozes marcando presença na Bienal do Livro e muitos estudantes pelas ruas.
Este ano as editoras resolveram caprichar em seus estandes. Esse é do Grupo Editorial Record.
Além de estar bem policiado quando você põe os pés na escada dos portões do Centro de Exposições, tinha um rapaz com megafone indicando onde ficava a entrada do evento e bilheteria, além de enormes banners com setas. Foi de quase chorar e se ajoelhar agradecendo a graça alcançada. 

Sério, vocês não sabem O SOFRIMENTO DA 23ª EDIÇÃO. A gente tinha que dar a volta por fora do Anhembi e entrar pelo hotel Holiday Inn, então confie no relato.

Além de não precisar ficar torrando no sol ou se preocupar em cair no lago onde a plataforma foi montada da última vez, novamente fomos muito bem informadas e seguimos para a bilheteria coberta e deliciosamente vazia.

Como o blog apoia a inclusão e a economia, a ABPE era maior de sessenta anos e simplesmente entrou de graça. Só eu paguei ingresso. Infelizmente sem o lindo desconto da parceria com a Samsung como tinha sido na edição passada, mas ainda feliz por desembolsar apenas R$ 20,00 para um evento desse porte.
Em meio a tantos livros impressos, lá estava o leitor de e-books, nos lembrando que a tecnologia está sempre reinventando coisas do nosso cotidiano.
Aproveitei bastante esses pufes azuis da Submarino para descansar das andanças.
Está aí uma das coisas mais estranhas sobre a minha adolescência: nunca tive interesse nesse tipo de revista. Só comprava as que tinham matérias sobre Harry Potter (J.K. Rowling).
Não entrei na Senac este ano e é provável que não entre, pois não fiz uma lista de compras.
Mapas não foram distribuídos, pelo menos não para mim, então de posse do meu impresso resolvi seguir com a ABPE para os sanitários e aí... Aí a coisa entortou um pouco.

Não sei o que acontece com o Centro de Exposições do Anhembi, pois vários de seus sanitários estavam entupidos e não tinha sabão para lavar as mãos. Era só água e olhe lá.

A limpeza, no geral, estava razoável. Nada que possa realmente receber elogios.

Minha outra reclamação fica para a Kibon, a distribuidora oficial de picolés do evento. Muitos sabores faltando, entre eles o Brigadeiro e Mousse de Maracujá. Fiquei sabendo pelos vendedores que eles não receberam a remessa de todos os sorvetes que estavam na placa de venda. Alguns chegaram apenas anteontem (30/08/2016), como o Frutilly e o Chicabonzinho. Uma das vendedoras disse que nas Olimpíadas do Rio de Janeiro a coisa foi ainda pior.

Usei o Twitter para avisar a empresa (que faz parte do conglomerado Unilever) e ficarei feliz em saber que esse detalhe chato foi resolvido antes do fim do evento. Também serve de conselho para 2018.

E para encerrar a área de reclamações, acabei vislumbrando um fato preocupante depois das seis da noite: alguém acabou passando mal e foi carregado de maca pelos bombeiros em um dos corredores periféricos do Anhembi. A pessoa não parecia consciente. Espero que tudo tenha ficado bem.

Bienal do Livro por Bienal do Livro
Eu sempre curto os inceptions, então tiro fotos quando algum veículo de comunicação surge.
Tem que carregar a câmera e o tripé! Haja força naqueles que trabalham fazendo isso!
Acho que inception maior seria se eu estivesse com um quimono vermelho tirando selfie.

Pense num dia longo.
Por causa dos horários das palestras que eu queria assistir, cheguei no começo da tarde e senti o ambiente. Eu só sairia de lá depois das nove e meia da noite.

Sim, ABPE perdeu boa parte da novela das nove e ficou levemente chateada. Acontece. Ainda bem que as cenas mais importantes rolaram na terça feira e isso a encheu de determinação.

Além de muitas escolas levando turmas de pequenos futuros leitores, tinha também uma quantidade grande de adolescentes. Acredito que muitos impulsionados pelos Youtubers, afinal, este ano foi o território deles por lá.

Dia 29 de agosto quem estava dando o ar da graça por lá era RezendeEvil.

Enquanto ouviam-se berros, lá estava eu marcando presença na frente do "Salão de Ideias", tentando garantir meu ingresso para as palestras.

Meia hora antes do horário as moças já entregavam os ingressos e liberavam a entrada dez minutos antes. Consegui desse modo pegar ótimos lugares.
O lugar que eu passei mais tempo sentada. Se você viu uma maluca com um caderno escrevendo feito condenada enquanto assistia a palestra, saiba que era eu. Bom dia.
Assisti as seguintes palestras:
"Ficção e realidade na literatura policial brasileira" com as participações de Santiago Nazarian, Raphael Montes e Rogério Pereira (como mediador). Começou às 17h e terminou uma hora e uns quebrados depois.

"A presença do feminino na literatura" com as participações de Adriana Carranca, Ivana Arruda Leite e Nadia Gotlib. No site também tinha o nome de Margareth Rago, mas ela não apareceu. Começou um pouco depois das 20h, um atraso de alguns minutinhos, e eu acabei acompanhando só até um pouco depois das 21h, pois precisava voltar para casa.

Todas as palestras que assisti receberão posts especiais a partir da semana que vem, então fiquem de olho no blog!!!
Usando as letras das ruas como referência, foi fácil encontrar os lugares que eu queria ir.
No intervalo entre as duas, aproveitei para forrar o estômago com um pastel bem gostoso de pizza. Eu e a ABPE resolvemos que não faríamos mais refeições completas por lá, já que os preços eram exorbitantes. Não que o lanche tenha sido menos "salgado" nesse quesito.

É permitido levar água e comida, desde que não tenha garrafa de vidro nesse pacote, mas a ABPE já estava olhando feio para a minha bolsa pesada e cheia de: caderno, blusa de frio, guarda-chuva e quatro garrafas de água. Por incrível que pareça, estou até hoje com dores nos ombros por causa disso.
Se o Itaú queria ser lembrado pelos visitantes, ele definitivamente conseguiu: com o triciclo-carruagem, as coroas de papel a lá Burguer King e as atividades eram bem concorridas.

Não querendo soar escrota, mas mostrando meu lado megera...
Existe uma faca de dois gumes nesta edição: a inveja que sinto das escolas que levam seus alunos e do reboliço que os adolescentes fazem por lá.

O que dizer então do estande do Banco Itaú, que sequer tem caixa eletrônico na Bienal, que resolveu botar triciclos de passeio no Anhembi? Adolescentes, crianças, jovens e adultos não conseguiam resistir a esse mimo, ainda que as ruas não tivessem a melhor dinâmica para que essa voltinha fosse um pouco mais sossegada.

Falando nisso, lembrei de uma reclamação que é costumeira e que provavelmente nunca mudará: o piso elevado. Desnivelamento e tampões soltos não foram os melhores amigos dos pés e tornozelos, mesmo as crianças correndo loucamente e pouco se importando com esses detalhes.

Esse primeiro dia para mim foi mais de observação e preocupação com as palestras que queria ver. Digo isso, só que tirei uma quantidade absurda de fotos e nem sei como vou conseguir incluir todas aqui.

O Espaço Infantil BIC - Maurício de Souza, para mim, é um dos ótimos destaques desse meu dia corrido, aliás... Eu e Maurício de Souza temos história na Bienal do Livro SP.
Estava eu andando tranquilamente quando uns staff's da Panini passam cercando a Mônica e o Cebolinha. Tão atônita a câmera ficou na mão. Depois corri atrás e... TCHARANS!
Sim, sou a pessoa que não tem vergonha na cara de tirar foto das pessoas em seu momento de glória... com Magali e Cascão. (Kimono Maps borrando rostos desde 2014)

Quando ainda não tinha o Kimono Vermelho, eu e a ABPE estávamos passeando despreocupadamente pelo evento quando vimos um aglomerado. Curiosas e terríveis fomos até lá e... Consegui tirar uma foto do autor da Turma da Mônica (acho que tenho uma com ele também).

Em 2014, mesmo um pouco melhor informada, não cheguei a ver que iria bem no mesmo dia que o pai da Mônica estaria por lá. Acabei trazendo uma foto bacana para o blog.

Eis que o universo conspirou tão a favor de mim nessa segunda ensolarada, que acabei encontrando com A TURMA DA MÔNICA no evento! Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão!

Voltando ao estande da BIC, lá era possível acompanhar o processo de desenho do mangá Turma da Mônica Jovem, ver painéis falando sobre a turma criada por Maurício durante as décadas, espaço de brincadeiras para os pequenos e até o processo da impressão de um livro!

As crianças escolhiam seu avatar e acompanhavam a montagem desse livro especial com os nomes delas na capa.
Por ali também tinha o estande Livraria da Turma da Mônica.
Tomando uma quadra inteira, a BIC fez um espaço muito legal em homenagem ao Maurício de Souza.
Um conjunto de paredes amarelas estavam lá para receberem mensagens.
Mesas digitalizadoras profissionais - A tecnologia tornando a vida dos artistas mais fácil.
Ah, vai, "fácil" uma vírgula! Arte digital dá trabalho pra caramba! No entanto, é fato que esse tipo de mesa digitalizadora é mais prática para os artistas que não podem perder tempo.
Ainda podíamos ver uma Mônica de três metros de altura por lá e as publicações da obra pelo mundo. Para quem é fã, eu recomendo que dê uma passada se estiver em São Paulo, vale à pena.

Como acho que passei da idade para certas coisas e também por conta da empolgação para não perder as palestras, acabei não me dedicando muito tempo a estandes que pedem participação com tempo de sobra.

Meu foco este ano foi nas palestras, tanto que nem lista de comprar eu fiz.

Bom, teria sido tudo ótimo se não fosse por um pequeno detalhe: a ABPE.
Ela que sempre está conversando bastante com os outros, se comunicando e sendo quase a senhorinha chata que não para de falar, acabou sendo levada por impulsos que acontecem com mais frequência nesse lugar mágico chamado Anhembi.

Sou uma louca por coisas coloridas, principalmente lápis de cores, então acabei ficando fascinada pelo tal estojo de 60 cores da Faber-Castell. Desde que me conheço por gente essa empresa está ganhando fácil o meu dinheiro.
As pessoas podem até reclamar no outro blog que tiro print adoidada, MAS VAMOS FALAR SOBRE A QUANTIDADE EXAGERADA DE FOTOS QUE TIREI.
E também quem pudera, né? O estande da BIC era de UM QUARTEIRÃO INTEIRO dentro do Anhembi.
Vocês não têm ideia do tamanho de um quarteirão inteiro no Anhembi, é uma coisa gigantesca!
A gráfica que imprimia os livros especiais criados pelas crianças na atividade do estande.
As crianças ainda podiam gastar sua energia com um espaço para brincadeiras.
Três metros de Mônica feliz e contente. Imagina essa Mônica correndo atrás de alguém. XD
Era só para perguntar o preço, porém, acabou entrando na minha sacola.
A outra surpresa foi o livro do Marcelo Rezende, "Corta pra mim - Os bastidores das grandes investigações", que eu queria ler faz algum tempo.

Pode me julgar, eu não ligo. Aceitei minha heresia literária quando resolvi não me prender a nenhum gênero. Afinal, quem passeia sem grilhões pode aproveitar melhor a vida.

Tirei tanta foto do estande da Turma da Mônica que, JÁ COMENTEI SOBRE O TAMANHO DELE? FALEI QUE ERA UMA QUADRA INTEIRA? Pois é. Junta o descontrole do meu dedo que acha bacana encher o celular de fotos e... Se ficaram muito tremidas ou embaçadas, peço desculpas. O celular era emprestado da ABPE e ele não é de um modelo muito novo. Se não me engano tem uns dez anos? Pois é... Deixa quieto.

É claro que nem só de Maurício de Souza vive a Bienal, AINDA QUE UMA QUADRA TITÂNICA DA BIC POR LÁ. Uma das novidades que eu mais adorei foi da Câmara Cearense do Livro que trouxe a literatura dos cordéis, a arte da xilogravura e repentes!
Espaço lindo e muito bem montado para as artes nordestinas. Destaque nessa Bienal com certeza foram as estruturas dos estandes. Simplesmente lindo.
Acredite, isso é um caminhão estacionado em pleno Centro de Exposições Anhembi, no meio da Bienal do Livro, seus cabras da peste!
Já avisei todos os amigos mais próximos: quando eu me aposentar, PARTIU FORTALEZA! Mané ficar em São Paulo me desgastando com essa poluição e frio!
Os nordestinos que moram em São Paulo e estão longe de sua terra puderam aproveitar para matar as saudades com o espaço Cordel e Repente.

"Ai, Kimono, para de ser burra. É 'Câmara Cearense do Livro', então só serve para os cearenses" - Certo. Como se repentistas fossem exclusivamente do Ceará e não saíssem de sua terra para espalhar essa arte. O mesmo serve para o cordel e a xilogravura.

Um amorzinho os vendedores de cordéis.
Se você vai mais tarde para a Bienal, recomendo dar uma passada, escutar algumas declamações, conhecer um pouco mais da nossa rica cultura brasileira e deixar o preconceito de lado (se tiver).

Já para os amantes de mangás e HQ's, além da presença costumeira da Comix, ainda tinha a Editora Nova Sampa, a Liga HQ! e a Panini com dois estandes.
Lado a lado com a Editora Madras, estava a parte que mostrava a Turma da Mônica pelo mundo.
A primeira tirinha publicada por Maurício de Souza com um personagem icônico da turminha!
Foi num desses painéis malvados da Saraiva que eu vi propaganda do estojo de lápis de cor.
Panini com um belo espaço na Bienal do Livro este ano.
Também não sei o que as Lojas Americanas estão fazendo aí, só sei que tinha livro para vender.
JBC para variar prefere eventos nerds.
Leitores de livros não são nerds o bastante para eles. hoho

O número cabalístico do evento provavelmente é o vinte de "vinte por cento", uma vez que os descontos mais modestos seguiam esse padrão, entre eles, a Comix.

Claro que estandes como Maluco Por Leitura e Martins Fontes tinham preços bem mais convidativos para quem procurava apenas por livros.

Missão cumprida! Espera, foi só o primeiro dia...
Os pequenos leitores e futuros escritores, palestrantes e compradores do evento?
Acredite, dentro desse caminhão tem uma biblioteca ambulante.
Estande da Editora Rocco temático de Harry Potter com o lançamento de Harry Potter e a Criança Amaldiçoada.
E o espaço da Prefeitura de São Paulo contava com programação especial também, era só chegar.
Cheguei moída em casa.
Dores nos ombros por causa da bolsa pesada, alegria de quem não sabia se aquele dia tinha sido real e muito cansaço de quem ainda precisaria passar as fotos para o computador.

Até gostaria de ter energia para escrever o texto e lançá-lo um dia depois, porém, sou uma criatura cheia de problemas.

Ainda que reclamasse da quantidade de pessoas, foi uma segunda feira maravilhosa em que todos os meus planos deram certo, e minha ansiedade morreu e descansou em paz com o resto do meu pessimismo.
Se eu tivesse algum controle sobre minha vida, esse estojo de 60 cores não estaria nessa foto.
Bom, agora me despeço, pois passa da uma da manhã dessa quinta feira adorável e eu preciso acordar cedo para enfrentar o meu último dia de evento.

A previsão é trazer as impressões sobre esses três dias até a próxima semana e preferencialmente antes dela, então não se assustem se rolar post no final de semana, ok?

Evento: 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
Dia: 29/08/2016 - Segunda feira
Horário de entrada (aproximado): 15h
Horário de saída (aproximado): 21h30
Refeição: Lanche (pastel e refrigerante) - R$ 30
Palestras vistas: Duas
Compras: Um livro e um estojo de lápis de cor
O dia foi nota: 7

Sobre as fotos: os rostos foram borrados para preservar a imagem das pessoas, afinal, elas não deram licença escrita para que eu pudesse expô-las aqui. Caso alguém prefira que a foto em que aparece seja retirada, por favor, enviar um e-mail para akai.kimono@gmail.com com foto que comprove que aquele era você. Vamos evitar falsos-positivos e retiradas desnecessárias do conteúdo do blog.

Por Kimono Vermelho (01/09/2016)

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